Crítica | A Encruzilhada (1986)

Nosso nostálgico amigo carateca Ralph Macchio interpreta aqui Eugene, um jovem viciado em blues. Ele toca como poucos, escuta e lê tudo o que está disponível sobre os músicos e o estilo que o encanta. Eugene tem aulas em um conservatório no qual é obrigado a tocar música clássica. Não é bem o que ele deseja. Ele quer ser um verdadeiro bluesman.

Eugene está atrás de uma música perdida de um lendário bluesman e para isso tenta convencer um velhinho chamado Willie Brown a ajudá-lo. Willie é do meio. Ele vendeu a alma para o diabo (literalmente) há muitos anos, mas agora encontra-se numa clínica e sem fama. Willie promete a Eugene a tal canção perdida, desde que o garoto o ajude a fugir. Está formada uma inusitada dupla que tem a música como fio condutor.

A Encruzilhada embalou algumas de minhas tardes nos anos 1990. Assistir a este filme é obviamente uma experiência nostálgica, mas o filme ainda se mantém divertido. Trata-se de uma mistura de drama, fábula e musical. É um road movie com uma ótima trilha sonora e uma química acima da média entre Ralph Macchio e Joe Seneca. Tudo culmina em um ato final em que vemos um autêntico duelo de guitarras, com direito a presença de Steve Vai. É o ponto alto do filme, principalmente para quem gosta de blues.


A Encruzilhada

Título Original: Crossroads
Direção: Walter Hill
Roteiro: John Fusco
Elenco: Ralph Macchio, Joe Seneca, Jami Gertz
Ano: 1986
Duração: 1h 39min
Info: IMDb


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2 comentários sobre “Crítica | A Encruzilhada (1986)

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